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O impulso internacional lançado há anos por Sua Majestade o Rei Mohammed VI, que Deus o assiste, em favor do Saara Marroquino e da iniciativa de autonomia, apresentada pelo  Marrocos, 2007 ao Conselho da segurança da ONU, objeto do consenso da comunidade internacional e da solução definitiva da disputa regional em torno do saara marroquino; no âmbito da soberania nacional e  integridade territorial do Reino.


Desde janeiro de 2025, essa dinâmica internacional conheceu novos desenvolvimentos importantes, das quais a retirada do reconhecimento da chamada "República Saaraui", expandindo  o apoio ao Saara Marroquino e a iniciativa de autonomia, dado o impulso ao plano marroquino para o Saara.

Neste contexto, Gana decidiu, 7 de janeiro de 2025, retirar o seu reconhecimento da chamada "República Árabe Saharaui Democrática", afirmando a sua vontade de se envolver plenamente nesta crescente dinâmica internacional. Tais decisões continuam assistindo recentes ao Panamá e  Equador no final de 2024, uma vez que mais de 85% dos estados-membros da ONU não reconhecem essa entidade fictícia.

Mais de 30 países também reafirmaram seu apoio ao Saara Marroquino e a iniciativa de autonomia marroquina, como a única solução política deste conflito regional, mantendo o círculo de apoio ao Saara Marroquino e a iniciativa de autonomia com 116 países em todo o mundo, representando mais de 60% dos estados-membros da ONU.

Dos quais os Estados Unidos, eles reiteraram o reconhecimento da soberania de Marrocos sobre o Saara, apoio à proposta séria, confiável e realista de autonomia como única base para uma solução justa e duradoura deste conflito.

Por sua vez, a França reiterou a sua posição inabalável em três ocasiões desde o discurso do presidente francês Emmanuel Macron no Parlamento marroquino, outubro de 2024.

Essa dinâmica foi reforçada pelas posições expressas de seis países do Conselho de Cooperação do Golfo, além de muitos países da África, América Latina e Ásia Central.

Após a recente visita a diversas capitais europeias pelo Ministro das Relações Exteriores, da Cooperação Africana e dos Marroquinos residentes no Exterior, quatro países europeus — Espanha, Estônia, França e Hungria — reafirmaram a posição inabalável, enquanto dois novos países — Croácia e Moldávia — consideraram a iniciativa de autonomia marroquina como a base mais séria; capaz de acabar com  essa disputa regional.

Por sua vez, a Hungria tomou decisões políticas reiterando a sua posição, levando sobretudo o seu embaixador ao Saara marroquino, para promover atividades e serviços consulares nas províncias do sul do Reino.

Por sua vez, a Eslovênia, por meio da vice-primeira-ministra e ministra das Relações Exteriores, Tanja Fajon, afirmando, sexta-feira passada, que o seu país considera a iniciativa de autonomia apresentada pelo Marrocos, 2007  a ONU, uma boa base para uma solução definitiva do conflito regional artificial em torno do Saara marroquino.

Esta posição favorável da Eslovênia, atuando como membro não permanente do Conselho de Segurança da ONU, tendo expressada a posição favorável durante uma coletiva de imprensa após conversas na capital eslovena entre o Ministro das Relações Exteriores, da Cooperação Africana e dos Marroquinos residentes no Exterior, Nasser Bourita, e a Sra. Faillon.

Assim, a questão do Saara Marroquino tem conhecido  um desenvolvimento significativo no cenário internacional, dado o crescente apoio à iniciativa de autonomia, envolvendo 22 Estados-membros da União Europeia que apoiam oficialmente esta solução.

No terreno, esse claro apoio ao Saara marroquino foi objeto da convocação de dois comitês conjuntos em 17 de janeiro de 2025, a Laayoune, por parte da Costa do Marfim e da Libéria. Ambos expressaram a vontade de contribuir para o impulso do desenvolvimento socioeconómico, à luz das Iniciativas Reais do Atlântico, considerando o "Processo Atlântico Africano", a "Iniciativa Real para Facilitar o Acesso dos Países do Sahel ao Oceano Atlântico" e o projeto "Gasoduto África-Atlântico Nigéria-Marrocos", projetos estruturantes importantes; lançados no âmbito do novo modelo de desenvolvimento para as regiões do sul, e do Porto Atlântico de Dakhla.

Por outro lado, diversas delegações estrangeiras realizam visitas para tomar conhecimento das oportunidades econômicas, e acompanhar o desenvolvimento das regiões do sul em benefício da população local.

Tal dinâmica internacional em torno do Saara Marroquino e da iniciativa de autonomia se tornou uma realidade inevitável; transmitindo uma mensagem clara as Nações Unidas e outras partes envolvidas, e mais do que nunca para assumir suas responsabilidades pondo fim a esse conflito artificial e abandonar as posições rígidas e ultrapassadas, desconectadas dos desenvolvimentos da questão do Saara Marroquino nos níveis político, diplomático e nos outros campos socioeconômicos.

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