domingo, 8 de Março de 2026  
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O Embaixador e Representante Permanente do Reino de Marrocos junto às Nações Unidas em Nova York, Omar Hilale, tem feito resposta às declarações do Ministro das Relações Exteriores da Argélia, Ahmed Attaf, sobre a questão do Saara Marroquino durante o debate geral da 80ª sessão da Assembleia Geral da ONU.


Em um discurso firme e objetivo, o Sr. Hilale tratou de "darr esclarecimentos e fatos", respondendo ponto por ponto "às controvérsias e hostilidade", dadas "falácias", do Ministro argelino sobre o Marrocos e sua integridade territorial.

O diplomata marroquino começou a apresentar as observações,  recorda-se que a inclusão da questão do Saara Marroquino na agenda da Assembleia Geral da ONU, há 62 anos, foi da iniciativa do próprio Marrocos, considerando "a história é indelével,  anotando  que o Marrocos quem incluiu a questão do Saara como uma questão de descolonização na agenda da Assembleia Geral. Tal inclusão não ocorreu espontaneamente, mas sim devido  às circunstâncias do Marrocos desde 1956".

O Sr. Hilale denunciou o atitude do ministro argelino, omitindo a resolução da Assembleia Geral que tomou nota dos Acordos de Madri, uma vez que tal discussão ocorre dentro deste mesmo órgão da ONU, e nesta mesma sala, há cinquenta anos, a Assembleia Geral adotou a Resolução 3458B, tomando nota dos Acordos de Madri, que puseram fim à colonização espanhola de nossas províncias do sul.

Em resposta à referência ao Saara marroquino como uma "questão de descolonização", o embaixador argelino afirmou que a Argélia, membro do Conselho de Segurança, está ciente de que este último considera esta questão "como uma questão de paz e segurança, no âmbito da resolução pacífica de litígios".

 Referindo-se ao processo da criação da MINURSO há 34 anos, uma vez que a história do Saara não pode ser resumida na criação desta missão da ONU. O Conselho de Segurança tem adotado outras resoluções 21 anos antes, chamando a uma solução política, quando o Marrocos apresentou o plano de autonomia, "desde 2007, o Conselho de Segurança adota anualmente uma resolução que consagra a preeminência da iniciativa de autonomia marroquina,  considerada séria e relevante". 

Em resposta ao que o ministro argelino pretendeu como supostos "fatos impostos" no terreno, o Representante Permanente do Marrocos considerou os fatos de  transformação socioeconômica nas províncias do sul, objeto do direito fundamental e inalienável ao desenvolvimento. cuja " realidade no Saara marroquino atrai  bilhões de investimentos, paz e estabilidade, além de abertura sobre  pontes mais longos da África, graças a rodovia, ligando o norte ao sul, universidades, hospitais universitários, dado o maior porto de águas profundas do Oceano Atlântico na África."

Esta região vem "participando ativamente com a população do Saara Marroquino em todos os eventos políticos, culturais e econômicos", dada"a abertura de 30 consulados-gerais no Saara Marroquino, o reconhecimento tangível da soberania marroquina sobre a região". Enfatizando  o Reino que desfruta de apoio econômico internacional, do apoio dos Estados Unidos, recentemente orientaram suas agências e empresas a investir no Saara Marroquino.

O diplomata marroquino tratou ainda da contradição da posição da Argélia, sendo "a Argélia tornou-se parte deste conflito, contra  as condições que definem  bases para sua resolução. Longe de ser parte  interessada a dar ponto final a este diferendo regional"

Esse reconhecimento implícito do mundo deixou a Argélia a rever a sua posição e envolver no processo político da ONU, "a esperança de que  encontra uma saída no Conselho de Segurança, por meio da participação em mesas redondas e alcançar uma solução deste conflito regional de longa data".

O Sr. Hilale também destacou o amplo apoio da iniciativa de autonomia marroquina, sendo  "mais de 120 países, incluindo três membros permanentes do Conselho de Segurança e mais de dois terços dos membros da União Europeia, apoiam esta iniciativa e a endossam como a única e exclusiva solução, capaz de levar a uma saida deste conflito. Alem de dezenas de outros países que reconhecem o Saara Marroquino."

Fiel ao espírito de diálogo defendido pelo Reino de Marrocos, o Sr. Hilal concluiu suas anotações em um trecho do discurso da Sua Majestade, o Rei Mohammed VI, por ocasião do Dia do Trono, 29 de julho de 2025, no qual Sua Majestade sublinhou que "por mais que nos orgulhamos dessas posições, defendemos a justiça e a legitimidade; dado o compromisso em encontrar uma solução consensual, sem vencedores ou vencidos, que salve a dignidade de todas as partes".

Notícias sobre o saara ocidental/Corcas

 

   
  
 
 

 
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