Nesse contexto, o relatório destacou informações do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), denunciando as persistentes condições de vida precárias nos campos de Tindouf, da insegurança alimentar, e da necessidade de garantir a proteção dos direitos humanos nesses campos.
Ressaltando sobre as práticas relacionadas com as contínuas restrições à liberdade de expressão e de movimento, além da falta de acesso à justiça, contra os atos de intimidação e assédio contra a população detida em Tindouf, em relação às mulheres e crianças, agravaram ainda mais a situação dos direitos humanos nos campos, exacerbando a insegurança alimentar, crimes, violência, perante esta vulnerabilidade do povo sem proteção, o que foi anotado pelos relatórios do Secretário-Geral da ONU.
A esse respeito, o Sr. Guterres referiu-se à carta enviada pelo Marrocos ao Gabinete do Alto Comissariado para os Direitos Humanos, 26 de junho de 2025, referindo as violações sistemáticas cometidas pela Polisário, grupo separatista nos campos de Tindouf, mantida pelos meios e a máquina de propaganda argelina.
Nesse contexto, recorda-se dos depoimentos e relatos sobre o recrutamento ilegal de crianças para serivir nos conflitos armados, do uso ilegal e indevido a ajuda humanitária internacional, em detrimento das populações mais vulneráveis, chamando as agências da ONU para fazer pressao sobre o país anfitrião, deviso a estas irregularidades e desvio da ajuda humanitária.
Tais violações dos direitos fundamentais da população mantida em cativeiro em Tindouf constituem motivos para exigir a responsabilização da comunidade internacional, do monitoramento rigoroso e acesso irrestrito aos mecanismos da ONU para a promoção dos direitos humanos, bem como da adoção rápida de medidas, preservando a dignidade e liberdade dessa população.
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