A declaração de Paris, sexta-feira passada, após a adoção da Resolução 2797 do Conselho de Segurança sobre o Saara marroquino, por parte do embaixador francês junto ao ONU, Jérôme Bonnafont, considerando o plano “de autonomia sob a soberania marroquina a única base, capaz de alcançar uma solução política justa, duradoura e negociada” face a disputa regional sobre o Saara marroquino.
Tal embaixador sublinhou que “esta iniciativa criou um consenso internacional com objetivo de acabar com este diferendo regional ”, dada a importância do Conselho de Segurança, adotando esta resolução da ONU, descrita “ como um sucesso coletivo”.
A França acredita numa solução política mutuamente aceitável, base “ do ímpeto político motivo de avançar neste sentido, apoiando o Enviado Pessoal para o saara, e a preparação de reunião, o mais breve possível, com as partes, no intuito de alcançar uma solução definitiva do conflito artificial e regional.”
O Embaixador francês enfatizou também, por meio desta resolução, que o Conselho de Segurança adotou “numa nova abordagem, permitindo um respeito mútuo, sob os auspícios das Nações Unidas e aplicabilidade dos princípios da Carta da ONU, unindo os esforços em prol da paz, oportunidade para aplicar e consolidar esta resolução.”
Graças a esta resolução, a MINURSO poderá continuar a desempenhar “um papel fundamental na estabilização da região”, uma vez que a França chama para “a cessação das hostilidades e respeito ao cessar-fogo, sem riscos ou ameaças a população exposta face a este conflito.”
O embaixador francês concluiu dizendo que “esta resolução constitui um horizonte de paz, cujo o Enviado Pessoal é chamado a unir as partes para empenhar, com coragem e determinação, em negociações, podendo acabar com este conflito de longa data, em prol dos povos e países da região.”
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