Por sua vez, a vice-presidente da Assembleia Nacional, Hélène Laporte, presidindo o Grupo de Amizade França-Marrocos na Assembleia, saudou a resolução do Conselho de Segurança, reconhece assim o plano de autonomia de Marrocos a título de “estrutura fundamental” ; capaz de elevar a uma resolução, face ao conflito do Saara.
Laporte considerou esta resolução como um “grande avanço diplomático”.
A líder da Reunião Nacional, Marine Le Pen, sublinhou que “o Conselho de Segurança da ONU reconheceu, por uma maioria esmagadora, o plano de autonomia que Marrocos vem defendendo há muitos anos”, “esta implementação é consolidada sob a autoridade e soberania marroquinas” ; cuja satisfação é um verdadeiro “sucesso retumbante”.
O deputado Bruno Fox considerou a adoção da resolução da ONU sobre o Saara marroquino um "evento histórico", um "progresso decisivo e claro motivo da estabilidade e do desenvolvimento regional", os quais "a França saúda e apoia".
Para o Sr Fabrice Le Saché, vice-presidente da Confederação Empresarial Francesa (MEDEF), saudou o Marrocos por este "progresso significativo"; em prol da resolução do conflito artificial sobre o Saara marroquino, considerando: "o Marrocos e seus esforços contínuos e de longa data, meios para tornar regiões do saara, Laayoune, e Dakhla e as demais províncias do sul horizontes e dimensão do progresso económico e social, em compromisso com o povo marroquino".
Por sua vez, o presidente da Câmara de Montpellier, Michel Delafosse, considerou a resolução do Conselho de Segurança, um "reconhecimento da soberania de Marrocos sobre o seu Saara", "uma decisão importante para o direito internacional ". tal analista político Aymeric Chauprade informou que "Marrocos conseguiu convencer o mundo multipolar de que a soberania marroquina sobre o Saara é a única solução legítima", sendo a votação da ONU é considerado "um dia histórico para Marrocos, o Rei, o povo e a diplomacia".
Para o prefeito de Nice, Christian Estrosi, ele "saudou a resolução da ONU, apoiando o plano de autonomia marroquina e a resolução da questão do Saara", cuja votação é considerada como "um passo fundamental rumo à paz e à estabilidade".
O deputado Bernard Chaix, por sua vez, considerou a resolução "uma notável vitória diplomática para Marrocos e fruto da visão iluminada de Sua Majestade o Rei Mohammed VI". E a ex-ministra e deputada Nadia Hay reiterou ao dizer que "o presente e o futuro do Saara permanecem sob a soberania marroquina", saudando a Sua Majestade o Rei Mohammed VI "sobre o trabalho engajado no âmbito de um diálogo contínuo e construtivo", consolidando "esforços conjuntos da confiança e de paz duradoura para a região do Mediterrâneo, mantidos num espírito de boa vizinhança".
Por sua vez, Hanane Mansouri, vice-presidente do Grupo de Amizade França-Marrocos na Assembleia Nacional, tem saudado o apoio do Conselho de Segurança ao plano de autonomia marroquina, considerado como "um passo importante rumo à desescalada diplomática no Magreb".
Na mesma linha, o ex-secretário de Estado e secretário-geral do partido Os Republicanos, Othman Nasro, tem saudado a adoção da Resolução 2797, " o plano de autonomia marroquina, sendo como a única base realista para ação", e"um passo decisivo e positivo rumo a uma solução duradoura".
O ex-deputado e vice-presidente da região de Grand-Calais, Pierre-Henri Dumont, tem saudado o orgulhoso que conheceu esta mudança histórica". cujas " Nações Unidas reconhecem o caminho de paz e realismo traçado por Sua Majestade o Rei Mohammed VI em relação ao Saara marroquino", a título de decisão, " e grande vitória diplomática para Marrocos, em prol da paz e estabilidade regional".
O filósofo e escritor Bernard-Henri Lévy considera por sua vez "as Nações Unidas em relação a questão do Saara", "uma vitória merecida em favor do Marrocos, sendo uma vitória da justiça e da razão, contra as forças do obscurantismo", das partes separatistas, polisario, opostas a victoria, motivo " de um grande dia para a democracia de Marrocos".
O presidente do partido Os Republicanos, Bruno Retailleau, e a deputada Véronique Levage, os quais saudaram a decisão e esforços de Marrocos, objeto de " sucesso político e diplomático".
Para o analista político Frédéric Encel, considerando a resolução do Conselho de Segurança como "uma retumbante vitória da lógica e legitimidade histórica", cujo "Saara tornou-se fato, parte integrante do Reino de Marrocos".
O professor de Geopolítica Política Emmanuel Dupuy considerou a resolução da ONU como um "reconhecimento inequívoco da integridade territorial de Marrocos, de Tânger a Lagouira", é também " um único fundamento para o futuro institucional, econômico e social do Saara objeto do plano de autonomia apresentado pelo Marrocos a ONU, 2007".
Para a deputada Michèle Tabarot, a resolução da ONU é como "um passo importante rumo a consolidação da soberania de Marrocos sobre o seu Saara", seja "uma grande vitória diplomática para Sua Majestade o Rei Mohammed VI e para o povo marroquino, um ponto de virada histórico em prol da paz e estabilidade regional".
A deputada Corinne Vignon, membro da Comissão de Defesa e Forças Armadas da Assembleia Nacional, tem saudado esta"alegria e emoção ao ver as Nações Unidas reconheceram, por uma esmagadora maioria, o plano de autonomia para o Saara marroquino".
Quanto à presidente da região da Île-de-France e ex-ministra, Valérie Pécresse, ela sublinhou que "o reconhecimento do plano de autonomia marroquino pelas Nações Unidas constitui um passo importante rumo à estabilidade e cooperação no Magreb".
Para o sr Éric Ciotti, deputado por Nice e presidente do partido União pela República, saudou esta" vitória diplomática histórica de Marrocos e da Sua Majestade o Rei Mohammed VI".
E a deputada Estelle Youssoufa, membro das Comissões de Assuntos Externos e Assuntos Europeus da Assembleia Nacional, enfatizou a adoção da resolução da ONU, sendo "um passo crucial rumo à paz no Saara", graças ao apoio do Conselho de Segurança em favor do plano de autonomia marroquino.
Por fim, a senadora Catherine Dumas, membro da Comissão de Relações Exteriores, Defesa e Forças Armadas do Senado e membro do Grupo de Amizade França-Marrocos, saudou a vitória diplomática de Marrocos, a adoção da resolução da ONU e plano da autonomia no Saara marroquino; "um passo fundamental rumo à estabilidade regional; e a paz duradoura".
Notícias sobre o Saara ocidental/Corcas