31 de outubro de 2025, em referência a proposta de autonomia marroquina no âmbito da soberania nacional, sendo uma solução justa e duradoura da questão da integridade territorial, cujo povo marroquino, através dos veteranos da resistência e Exército de Libertação, saudando, esta quinta-feira, de Tânger a Lagouira, esta comemoração objeto das gloriosas lutas do processo contínuo, de consolidação da independência nacional e unidade territorial.
O comunicado sublinhou que: “o 50º aniversário da triunfante Marcha Verde, estruturada pelo gênio, Rei unificador, Sua Majestade o falecido Rei Hassan II, que Deus esteja com sua alma.
Em 1975, multidões de voluntários de todas as camadas da sociedade marroquina e do país inteiro, bem como as delegações de vários países irmãos e amigos, unidos de forma ordenada e disciplinada em direção do Saara marroquino, no intuito de libertá-lo das garras do colonialismo espanhol, com fé e engajamento singular, e de forma civilizada e pacífica, orgulho da marcha verde, uma resiliência do povo marroquino e inabalável vontade de recuperar seus direitos usurpados. Tal determinação e resolução foram projeto da marcha, perante a presença estrangeira e a dominação colonial, manobras das fronteiras artificiais dos colonos espanhóis, as quais foram rompidas pela defesa, e pelos valores de adesão, de virtude, de paz e prosperidade.”
Tal Marcha Verde demonstrou ao mundo inteiro, sem qualquer dúvida, a profunda unidade, forjada pelo gênio do rei valente, da resolução inabalável do povo leal, da determinação dos marroquinos, do extremo sul ao extremo norte, no sentido de consolidar a independência nacional e a unidade territorial. Este objetivo decorre da convicção da justiça desta causa nacional, da mobilização e prontidão , bem como do compromisso inabalável de proteger o território nacional sagrado, e da vontade de alcançar a unidade contra o colonizador estrangeiro, usurpador que mina qualquer justiça e ordens dos filhos desta nação a unir-se de norte a sul, e de leste a oeste.
O Marrocos foi capaz de elevar seus ideais e sacrifícios, face à ocupação estrangeira no território nacional durante quase meio século, dividindo o país em esferas de influência: Protetorado Francês no centro de Marrocos, Protetorado Espanhol no norte e a influência colonial sobre as províncias do sul, além da região de Tânger ficar sob administração internacional. A libertação do território nacional constitui uma tarefa difícil e árdua, o trono e o povo lutaram durante um meio século, em prol da unidade nacional, dada prolongada e multifacetada visão da liberdade, da independência, da unificação e da libertação face ao jugo do colonialismo.
Essa luta culminou em uma vitória clara, da legitimidade e da histórica, onde o herói da libertação e da independência, primeiro combatente da resistência, Sua Majestade o falecido Rei Mohammed V, e da nobre família real, quando retornaram do exílio à sua pátria, vitoriosos, 16 de novembro de 1955, hasteando a bandeira da liberdade, da independência e da soberania nacional, cuja Majestade, que Deus esteja com sua alma, tem chamado para a continuação da pequena jihad juntamente com a grande jihad, para elevar o edifício de um Marrocos novo, próspero e progressista.
Esta era do protetorado tem sido um período de luta e sacrifício, acabando a ser o início da epopeia da grande jihad – económica e social –da elevação do edifício da nação, dos principais da libertação em favor dos restantes partes do Reino, face ao jugo da ocupação das províncias do sul, 1956, e sinónimos de lutas da independência e libertação das partes ocupadas do território nacional, cuja libertação continua sob a liderança do herói da libertação e da independência, a título do primeiro combatente da resistência, Sua Majestade o falecido Rei Mohammed V, que Deus esteja com sua alma, com forte determinação e vontade inabalável, e da reconquista da região de Tarfaya, 15 de abril de 1958.
A delegação estrangeira mantém compromisso perante o Reino, época da Majestade o falecido Rei Hassan II, que Deus esteja com sua alma, em prol da luta, reconquistando a cidade de Sidi Ifni; 30 de junho de 1969, dada grande marcha histórica, a gloriosa marcha de libertação, 6 de novembro de 1975, do gênio rei unificador, por uma abordagem singular, pacífica e civilizada, fruto da forte crença na justiça e no direito da causa nacional, da reconquista das províncias do sul, hasteando a bandeira nacional nos céus de Laayoune, 28 de fevereiro de 1976, sinal do fim da ocupação e da presença estrangeira no Saara Ocidental marroquino; com a recuperação da região de Oued Ed-Dahab , 14 de agosto de 1979.
Assim, o comunicado da família do Exército de Resistência e Libertação tem sido um orgulho e honra, ao comemorar o 50º aniversário da triunfante Marcha Verde, o 70º aniversário da independência de Marrocos, e a resolução da ONU, em prol das negociações da questão do Saara Ocidental, da iniciativa de autonomia, no âmbito da soberania nacional, como a única estrutura realista face ao conflito artificial.
Este momento histórico e decisivo culminam com os esforços diplomáticos contínuos e altos níveis de relações lideradas por Sua Majestade o Rei Mohammed VI, graças à sabedoria, a perspicácia e a visão, objeto de consolidação da posição marroquina, da confiança das principais potências influentes nas decisões, quanto a justiça e a validade da posição marroquina, a credibilidade e o realismo da iniciativa de autonomia, como solução viável e prática.
Considerando todos os segmentos e componentes do povo marroquino, incluindo seus grupos políticos, sindicais, de direitos humanos e juvenis, mobilizados com vigilância inabalável e constante prontidão, apoiando a Sua Majestade, que Deus o assiste, nos fundamentos do plano da autonomia no âmbito de uma regionalização avançada junto às províncias do sul, como força motriz do desenvolvimento, da estabilidade, da paz e cooperação africana.
Segundo o comunicado dos antigos defensores da integridade territorial, em prol desta comemoração e desta gloriosa ocasião, um simpósio, quinta-feira passada, foi organizado no Espaço Nacional da Memória Histórica da Resistência e da Libertação, sob sua jurisdição, cujos discursos reais depoimentos sobre este momento histórico crucial, rico em lições e reflexões, repleto de valores de verdadeiro patriotismo e cidadania ativa, bem como de orgulho nacional e adesão à identidade marroquina.
Este grupo de veteranos da resistência e membros do Exército de Libertação mantém esta tradição memorável, prática louvável, em reconhecimento e apreço à contribuição aos sacrifícios e valores religiosos e princípios nacionais.
Estas actividades educativas, culturais e de divulgação desta memória histórica nacional de valores consolidados as regiões, as comunas e as províncias do Reino, da prosperidade e paz transmitido às regionais e provinciais, com riquezas e herança da memória histórica junto à resistência e à libertação de todo o país.
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