Para o ex-embaixador Hassan Abdelkhalek sublinhou que a Resolução 2797 do Conselho de Segurança é uma etapa “histórica”, cuja abordagem do Reino sobre a iniciativa de autonomia marroquina, base da solução definitiva deste conflito de longa data.
Por sua vez, o analista de assuntos internacionais Mohamed Bouden considerou a decisão da ONU, um “ponto de virada histórico”, fruto de esforços diplomáticos contínuos e desenvolvimento socioeconômico das províncias do sul. Tais sucessos diplomáticos para Marrocos “constituem assim, ápice de uma visão real, esclarecida, e foco central de relações internacionais para o Reino de Marrocos”.
Para o sr Najat El Amari, professora de ensino superior da Universidade Hassan II, sublinhou que Marrocos, com base na sua longa experiência de promoção de valores da diversidade e pluralismo, tem sido capaz apresentar uma abordagem realista e prática do plano de autonomia, motivo para encerrar definitivamente este conflito e consagrar a unidade e integridade territorial do Reino.
Em relação ao pesquisador e diretor do Centro Horizonte para Estudos e Análises Políticas, Adel Benhamza, considerando a diplomacia marroquina uma demonstração eficácia e profunda em prol da defesa da integridade territorial no cenário internacional, destacando a resolução do Conselho de Segurança no contexto emergente, de “realismo normativo” na gestão de conflitos internacionais.
Por sua vez, o presidente da região de Casablanca-Settat, Abdelatif Maazouz, na sua declaração junto à Agência de Imprensa Árabe do Magreb, considerando este simpósio, uma oportunidade que coincide com o aniversário da gloriosa Marcha Verde, motivo de conscientizar os jovens sobre a história nacional e a questão da integridade territorial de Marrocos, ressaltando “a importância do significado desta resolução internacional às novas gerações”.
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